Atualmente, o número de pessoas que desejam começar a investir com responsabilidade e constância cresce a cada dia e com isso termos do universo de investimentos vão ganhando mais popularidade e por isso faremos uma série de conteúdos a fim de desvendar tais termos e os aproximá-los de vocês. Afinal, conhecimento é poder, não é mesmo?
O assunto de hoje é o CDI, termo muito conhecido de quem faz investimentos. Contudo, você sabe do que se trata? Descubra hoje aqui com a gente! 🙂
O que é CDI?
CDI é a sigla correspondente ao Certificado de Depósito Interbancário. Trata-se de uma taxa que determina o valor do rendimento, seja ele diário, anual ou mensal, dos mais diversos tipos de investimentos financeiros.
Muitas pessoas se confundem e acreditam que o CDI é um tipo de investimento, mas na verdade ele é um parâmetro na qual os fundos de investimentos se baseiam em cada um de seus rendimentos.
O CDI é um título emitido por um banco ou corretora de investimentos para pegar emprestado valores de outras empresas, um empréstimo mesmo.
Tais empréstimos entre empresas são comuns e acontecem para que os bancos e instituições financeiras necessitam sempre ter seu caixa positivo, norma exigida pelo Banco Central, que é o órgão regulador dessas empresas.
Contudo, é importante explicar que várias razões podem ocorrer para que o banco solicite dinheiro a outra e a mais comum delas, por exemplo, é ter havido um número grande de saques em um dia, por exemplo, o que acaba por diminuir o fluxo de caixa daquele dia e por aí vai.
Qual a importância do CDI?
O CDI foi criado aqui no Brasil na década de 1980, período marcado pela hiperinflação brasileira. Na ocasião, sua principal função era proporcionar maior estabilidade no setor econômico do Brasil, que enfrentava dificuldades devido à alta taxa de inflação.
Atualmente, o CDI tem coo função primordial ser referência em relação à rentabilidade de diversos investimentos. Sendo que, quanto maior for a taxa de CDI, maior tende a ser o rendimento do investimento e vice versa.