A palavra “dívida” deve ser uma das mais incômodas do vocabulário e da rotina dos brasileiros. Por isso, não é incomum que muitas pessoas ainda tenham dúvidas sobre detalhes que envolvem uma dívida.
Por exemplo, você sabe quando uma dívida “caduca” e quando ela “prescreve”? Ainda não? Então confira o nosso texto até o final para ficar por dentro de tudo do universo das dívidas!
O que é uma dívida caduca?
Quando uma dívida caduca, significa que o nome do cliente em questão não pode mais ficar “sujo” – ou seja, deixa de impactar no seu score de crédito, que é como se fosse uma “nota” dada às pessoas de acordo com o seu histórico de pagamentos.
Depois de cinco anos com o CPF restrito, os serviços são obrigados a excluir aquela dívida do registro dos órgãos de proteção de crédito.
Isso acontece porque de acordo com o artigo 27 do Código de Defesa do Consumidor, existe um tempo limite pelo qual alguém pode ficar com restrições à obtenção de crédito devido às suas pendências.
Parece vantagem, mas não é
Se a dívida caduca depois de cinco anos, vale a pena esperar? Bom, não funciona exatamente assim! Esperar até a dívida caducar por até trazer um alívio momentâneo, pois o nome passa a ficar “limpo” nos órgãos de proteção de crédito.
Porém, elas continuam disponíveis para os bancos, já que as instituições mantêm suas próprias listas com dados fornecidos pelo Banco Central do Brasil.
Dessa forma, a pessoa que deixa a dívida caducar, futuramente pode ter problemas ao tentar um financiamento, uma nova linha de crédito pessoal ou até mesmo um novo cartão de crédito.
E quanto à dívida prescrita?
A dívida prescrita acontece quando a empresa não tem mais o direito de fazer a cobrança por via judicial. Isso ocorre pois existe um tempo específico que as empresas possuem para entrar com um processo judicial contra os inadimplentes.
Resumidamente: uma dívida só é prescrita quando a própria empresa não faz a cobrança do valor durante o tempo previsto em lei.
Se meu nome está sujo, nunca mais vou ter crédito?
Mesmo com o nome “sujo” durante um tempo, não é impossível conseguir crédito e financiamentos. Sendo assim, se você já se endividou alguma vez, fique atento ao seu comportamento financeiro do dia a dia!
Planeje-se para que as dívidas não aconteçam!
Essa é uma dica que parece óbvia, mas não é! Muitas pessoas acabam não pensando “na hora H”. Por isso, ter um controle financeiro básico como controlar o que entra e o que sai, administrando seus investimentos futuros, fazendo uma reserva de emergência, entre outros, é o que garante que o cliente não vai contrair dívidas.
Mas, caso aconteça, o pagamento deve ocorrer de maneira sistemática e organizada.
Fique ligado, principalmente, às taxas de juros que são cobradas por sua inadimplência, que podem ser muito elevadas. E, por isso, é fundamental que você consiga se organizar para quitar o seu débito o quanto antes ou, melhor ainda, nem chegar a tê-lo.
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