O início de um novo ano costuma trazer esperança, novos planos e também uma lista importante de compromissos financeiros. Entre eles, os impostos do início do ano merecem atenção especial, pois concentram diversas cobranças obrigatórias que afetam diretamente o orçamento das famílias brasileiras. Planejar-se com antecedência faz toda a diferença para evitar atrasos, juros e multas.
Entender quais tributos são cobrados nesse período ajuda o contribuinte a organizar melhor suas finanças. Muitos desses impostos são recorrentes e atingem a maioria da população, seja por possuir um imóvel, um veículo ou simplesmente por ter renda formalizada.
IPVA: O imposto dos veículos
Entre os impostos do início do ano, o IPVA, Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores, é um dos mais conhecidos. Ele deve ser pago por quem possui carro, moto ou outro veículo terrestre, geralmente entre janeiro e março, conforme o calendário de cada estado.
O valor do IPVA varia de acordo com o modelo, o ano do veículo e a alíquota estadual. Muitos estados oferecem desconto para pagamento à vista, o que pode ser uma boa alternativa para quem consegue se organizar financeiramente.
IPTU: Imposto sobre imóveis
Outro destaque entre os impostos do início do ano é o IPTU, Imposto Predial e Territorial Urbano. Ele é cobrado anualmente dos proprietários de imóveis urbanos, como casas, apartamentos e salas comerciais.
O IPTU costuma ser enviado pelas prefeituras no início do ano, com opções de pagamento à vista ou parcelado. O valor arrecadado é destinado a serviços públicos, como iluminação, limpeza urbana e manutenção de vias.
Licenciamento anual do veículo
Além do IPVA, o licenciamento anual também integra a lista de impostos do início do ano. Embora tecnicamente seja uma taxa, ele é obrigatório para que o veículo possa circular legalmente.
O licenciamento garante a emissão do documento atualizado do veículo. Circular sem ele pode gerar multas, pontos na carteira e até apreensão do automóvel, tornando essencial ficar atento ao prazo.
Imposto de Renda, organização começa cedo
O Imposto de Renda não é pago no início do ano, mas a preparação começa nesse período. Por isso, ele é frequentemente lembrado quando se fala em impostos do início do ano, já que reunir documentos e comprovantes com antecedência evita problemas futuros.
Quem deixa para organizar tudo na última hora pode cometer erros ou perder deduções importantes. Começar cedo facilita o preenchimento correto da declaração e reduz o risco de cair na malha fina.
Taxas estaduais e municipais adicionais
Dependendo da cidade ou do estado, outros impostos do início do ano podem aparecer, como taxas de coleta de lixo, contribuição de iluminação pública ou encargos específicos para determinados serviços.
Essas cobranças variam conforme a região e o perfil do contribuinte. Por isso, é fundamental acompanhar comunicados oficiais e verificar boletos enviados pelos órgãos públicos.
Manter o controle dos impostos no começo do ano é uma atitude que traz mais tranquilidade financeira ao longo de 2026.
Ao conhecer cada cobrança, seus prazos e possibilidades de parcelamento ou desconto, o contribuinte consegue se planejar melhor, evitar imprevistos e iniciar o ano com mais segurança e organização no orçamento. E por aí, já começaram a se organizar para as contas de início de ano?