Com certeza você já ouviu falar nesse termo: “startup”. Mas, você sabe o que ele realmente significa?
No mercado empresarial de hoje em dia, para uma empresa “ir além” ela precisa apresentar uma solução para um problema que as pessoas enfrentam. Para isso, é preciso facilitar e simplificar a vida de clientes com produtos inovadores, que sejam rápidos, tecnológicos e eficazes.
Basicamente esse é o conceito de uma startup. E, claro, uma ideia tão moderna acaba despertando a atenção das pessoas que ainda sonham em empreender, e isso também gera dúvidas sobre o seu significado e funcionamento.
E é exatamente sobre isso que falaremos no conteúdo de hoje.
Afinal, o que é uma startup?
O termo tem origem no inglês, na palavra “start”, que significa começar. Seus primeiros usos no mundo empresarial foram na revista Forbes, na década de 1970 e se popularizou depois, na década de 1990, com o surgimento da Internet.
O termo é bem amplo e pode incluir os gigantes da tecnologia até empresas em estágio inicial, que apostem em alguma ideia inovadora. Mas, geralmente, o termo é utilizado mesmo para descrever negócios que estão em fase inicial.
As startups têm como sentido principal solucionar problemas, acabar com uma dor de mercado ou oferecer soluções que incrementem outras alternativas que já existem.
Um outro atributo marcante desse segmento são empresas que operam em um mercado de alto risco. Visando crescer rapidamente, elas lançam ideias e buscam continuamente o aporte de investimentos externos.
Como funciona uma startup?
Ser uma startup, em linhas gerais, significa ter algo para poder vender para um mercado muito grande e de grande potencial. Isso, para a maior parte das empresas comuns, não se aplica. E essa é uma das razões pelas quais a maioria das startups pertence ao ramo da tecnologia.
Também é importante ressaltar que empresas desse tipo normalmente começam com um número reduzido de funcionários. Alguns, inclusive, chegam a exercer múltiplas função, para economizar recursos ou para dar mais agilidade ao desenvolvimento do projeto.
Para oferecer inovações, é preciso um grande capital intelectual, mas, além disso, é preciso dinheiro. Por isso, startups podem funcionar com outras empresas e patrocinadores apoiando financeiramente a ideia.
Quais são as características de uma startup?
– Altamente escaláveis: crescem rápido em relação ao seu lucro.
– Erram rápido, corrigem rápido: possuem uma velocidade diferente das empresas tradicionais. O objetivo é gerar resultados em um curto espaço de tempo.
– São inovadoras: trabalham para apresentar soluções ainda não experimentadas para o mercado e para as pessoas.
– Investimento em pesquisas: se destacam no mercado por investir em planejamento e pesquisas. Essas empresas tentam ao máximo serem assertivas e fazerem apostas com um plano bem elaborado.
– Adeus a grandes burocracias: tudo tem que ser mais dinâmico, pois não há tempo a perder. Portanto, não há espaço para o moroso processo burocrático.
Quais são os tipos de startup?
– B2B (Business to Business)
Startups que possuem em seu portfólio clientes de outras empresas e, não necessariamente, para consumidores finais. Normalmente essas empresas vendem bens que só posteriormente serão vendidos ao consumidor final, além de startups que prestam serviços intermediários a outros empreendimentos.
– B2C (Business to Consumer)
É uma startup cujos clientes são, de fato, consumidores finais. Essas empresas prestam serviços e ofertam produtos a compradores comuns. Incluem um universo muito amplo e complexo, o que exige mais atenção com marketing, comercial, etc.
– B2B2C (Business to Business to Consumer)
Essa é uma dinâmica um pouco mais complexa, mas nada difícil de entender. É uma cadeia em que duas startups estabelecem alguma forma de vínculo entre si para atender a um consumidor final. Um exemplo são os chamados “marketplace” em quem você compra um produto ou serviço de uma loja por meio da mediação de uma outra loja.
C2C (Consumer to Consumer)
São startups onde um consumidor vende para outro consumidor. Aqui também se encaixam os “marketplace”, como o Mercado Livre. É uma categoria que demanda um investimento mais alto.
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