Para quem tem o sonho de contratar um empréstimo, financiamento ou realizar um plano tão desejado, uma das maiores dificuldades pode ser a burocracia que envolve esses processos.
Nessas operações existem detalhes e acordos cheios de morosidade e também uma figura que é muito comentada: o fiador.
Em muitos dos casos, ele é a pessoa que torna possível a viabilização de muitos serviços. Mas, quais são de fato as suas responsabilidades e para que ele serve exatamente? É o que vamos te contar agora!
O que é um fiador?
O fiador é a pessoa escolhida para assumir responsabilidades financeiras caso o contratante do serviço – financeiro ou da locação de um imóvel – não realize o pagamento.
Basicamente, ele é o responsável que o cliente locatário ou contratante do crédito escolhe para garantir o pagamento do serviço. Essa é uma exigência de bancos e instituições financeiras e imobiliárias para que o contratante consiga fechar a negociação.
O que é necessário ter para ser um fiador?
Para ser um fiador, é necessário cumprir alguns pré-requisitos, como:
– Pessoa física com mais de 18 anos;
– Pessoa jurídica;
– Ter renda suficiente para arcar com as despesas em caso de não pagamento;
– Ter um imóvel quitado no próprio nome;
– Não estar em lista de inadimplentes;
– Ter renda líquida três vezes superior ao valor acordado para pagamento.
E, além disso, segundo a Associação Brasileira de Defesa do Consumidor, o fiador também precisa comprovar sua renda, seus bens penhorados e demais exigências que são solicitadas pelo credor ou imobiliária.
Tipos de fiador
- Fiador solidário – é a pessoa que assume a função de realizar o pagamento da dívida caso o contratante não consiga honrar com os seus pagamentos. Nesse caso, é elaborado um contrato solidário.
- Fiador subsidiário – é a pessoa que assume a função de pagar a dívida em caso de não pagamento, após o uso dos bens do contratante para quitação.
Como é feita a cobrança do fiador?
Essa cobrança pode variar de acordo com o tipo de fiador. No caso do fiador solidário, a exigência passa a valer assim que o contratante deixa de pagar as suas dívidas.
Já no caso do fiador subsidiário, essa cobrança só acontece após utilização de todos os bens do contratante para a quitação da dívida. Em resumo, a cobrança acontece somente se mesmo com todos os bens a dívida ainda não for quitada.
Qual a importância de um fiador?
Como já mencionamos, o fiador é a pessoa que assume despesas financeiras caso o contratante não honre com o pagamento acordado. Por isso, alguns dos serviços que exigem um fiador são: empréstimo, financiamento imobiliário ou automotivo e locação de imóveis.
Garantias em operações de crédito
A garantia é um compromisso a mais que é estabelecido em uma transação e tem como objetivo assegurar o pagamento do crédito contratado. Ela é dividida em duas modalidades: pessoais e reais.
- Garantias pessoais: São aquelas que determinadas pessoas se comprometem a cumprir com as obrigações contratuais pelo devedor. Exemplos: fiador e avalista
- Garantias reais: São aquelas em que os bens tangíveis são penhorados, como um bem móvel ou imóvel, podendo ser do devedor ou de um interveniente garantidor. Exemplos: financiamento bancário, alienação fiduciária, penhor mercantil ou rural e hipoteca.
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